Bolsa para transportar pet em voos internacionais ou caixa: o que usar?

Pessoa com bolsa para transportar pet em voos internacionais

Ao planejar uma mudança internacional ou viagem com pet, uma das maiores dúvidas dos tutores é sobre qual o acessório correto para o animal viajar no avião. Ou seja, como prosseguir com o transporte internacional de animais. Muitos questionam se a melhor opção é uma bolsa para transportar pet em voos internacionais (flexível, ou soft-sided) ou uma caixa de transporte rígida (canil). Primeiramente, é crucial entender que essa escolha raramente depende da preferência do tutor. Na verdade, ela é definida pela modalidade de transporte, que, por sua vez, depende do porte do animal e das regras da companhia aérea.

Basicamente, existem duas formas de um animal doméstico viajar: na cabine, junto ao passageiro, ou no porão climatizado da aeronave. Portanto, o tipo de acessório é mandatório para cada situação.

Neste artigo, a ESA Cargo explica as diferenças das duas opções e esclarece a melhor maneira de ir com seu bichinho para outro lugar. A seguir, saiba mais sobre o uso de caixa ou bolsa para transportar pet em voos internacionais!

A bolsa para transportar pet em voos internacionais é aceita no avião?

A bolsa de transporte flexível é exclusiva aos animais que podem viajar na cabine de passageiros. No entanto, para que isso seja aceito, o pet deve atender a limites muito estritos de peso e tamanho, que variam conforme a companhia aérea.

De acordo com as regras de companhias como a KLM, por exemplo, o peso total do animal somado ao da bolsa de transporte não pode exceder os 8 kg. Além disso, a bolsa para transportar pet em voos internacionais deve ser flexível, permitindo que seja acomodada sob o assento à frente do passageiro durante todo o voo. As dimensões também são específicas, geralmente não ultrapassando 46 cm de comprimento, 28 cm de largura e 24 cm de altura.

Nesse sentido, o animal não pode viajar solto em nenhum momento. Ele deve permanecer dentro da bolsa durante todo o percurso, desde o embarque até o desembarque. Por isso, é fundamental que o acessório seja bem ventilado e que o pet consiga ficar de pé e dar uma volta de forma confortável.

A caixa rígida (canil): a exigência para o porão

Em contrapartida, se o animal (ou o conjunto animal + acessório) ultrapassar os limites de peso e tamanho para a cabine, ele deverá obrigatoriamente viajar no porão da aeronave. Para essa modalidade, o uso da bolsa para transportar pet em voos internacionais flexível é estritamente proibido.

O transporte no porão exige uma caixa de transporte rígida, frequentemente chamada de canil. Além disso, essa caixa deve seguir as normas rigorosas da IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) para garantir a segurança do animal.

As especificações da IATA são claras:

  • material: a caixa deve ser feita de plástico rígido, fibra de vidro ou madeira para raças perigosas;
  • segurança: a porta deve ser obrigatoriamente de metal (não plástico) e com travas;
  • estrutura: o teto deve ser sólido, sem aberturas ou portas superiores;
  • ventilação: deve possuir ventilação adequada nos quatro lados.

Assim, o não cumprimento de qualquer uma dessas regras pode resultar na recusa do embarque do animal pela companhia aérea.

Bolsa para transportar pet em voos internacionais: o que define o tamanho do acessório?

Seja na cabine ou no porão, a regra de ouro para o dimensionamento do acessório é o conforto do animal. Conforme as diretrizes internacionais, o pet precisa ter espaço suficiente para realizar três movimentos básicos dentro da caixa ou bolsa: ficar em pé sem que a cabeça toque o teto, deitar-se confortavelmente e conseguir dar um giro completo (360 graus) em torno de si.

Portanto, ao medir o animal, o tutor deve garantir que o acessório escolhido atenda a essas necessidades mínimas de bem-estar.

Garanta a segurança na viagem do seu pet com especialistas

A escolha entre a bolsa para transportar pet em voos internacionais e a caixa rígida é apenas o primeiro passo de um processo logístico complexo. A viagem internacional de animais envolve uma extensa documentação sanitária, respeito às normas de companhias aéreas e processos de liberação aduaneira tanto na saída quanto na chegada ao país de destino.

Por isso, erros na escolha da bolsa para transportar pet em voos internacionais, da caixa ou falhas na documentação podem causar transtornos severos, incluindo a negativa de embarque. Para evitar esses problemas, o ideal é contar com uma assessoria ao seu lado.

A ESA Cargo possui uma equipe dedicada ao transporte internacional de animais domésticos, cuidando de cada detalhe da logística e da liberação aduaneira.

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